segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Em 2012, 293 pessoas morreram no país em acidentes nas redes elétricas

Em obras pequenas feitas pelos próprios moradores, acontece o maior número de acidentes com mortes. Foram 84 no ano passado.

Um problema nas grandes cidades são os acidentes nas redes elétricas. Fiação solta, gambiarras... Um levantamento mostrou que quase 300 brasileiros morreram no ano passado com acidentes que poderiam ser evitados.

Os acidentes geralmente ocorrem porque as vítimas não fazem ideia do risco que estão correndo, por exemplo quando resolvem por conta própria consertar uma fiação, ou se aproximam de redes de alta tensão.
 
O alerta será feito nesta segunda-feira (12) pela Associação Brasileira das Distribuidoras de Energia Elétrica, que vai divulgar os números de acidentes em redes elétricas.
Pedro, de seis anos, estava na varanda de casa em Ipatinga, Minas Gerais, quando tentou resgatar uma pipa presa no fio de alta tensão. Levou um choque e queimou as mãos e os dedos dos pés.
 
“Eu cai para trás e fiquei duro, não conseguia me mover e gritei minha avó”, conta Pedro.
Em Goiânia, um operário morreu eletrocutado enquanto trabalhava no telhado desta confeitaria. Segundo os bombeiros, ele encostou na placa luminosa e recebeu uma forte descarga elétrica.
 
Só no ano passado, 293 pessoas morreram em todo o país em acidentes nas redes elétricas. Uma das principais causas são as ligações clandestinas de energia, os famosos gatos.
 
Ao fazer esse tipo de gambiarra, 35 brasileiros levaram choques fatais em 2012, mas é na construção civil, em obras pequenas feitas pelos próprios moradores, que acontece o maior número de acidentes com mortes. Foram 84 no ano passado.
 
Vinte e duas pessoas morreram quando tentavam instalar ou ajustar antenas de TV; 12, enquanto podavam árvores; e cinco crianças que tentavam pegar pipas enroscadas na rede elétrica.
 
O levantamento é da Associação Brasileira das Distribuidoras de Energia Elétrica. Nos últimos dez anos, o número de mortes caiu 34%, mas as empresas acreditam que muitos acidentes poderiam ser evitados.
 
“Tome cuidado com energia elétrica para não se expor ao risco, para não ter acidente. Deixe o serviço de energia elétrica para as pessoas que são treinadas e capacitadas para isso”, alerta Nelson Fonseca Leite, presidente ABRADEE.

Fonte: Portal G1 Notícias

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terça-feira, 30 de julho de 2013

Governo abre licitação para o Plano Estadual de Saneamento

O Governo do Estado (do Rio Grande do Sul), através da Secretaria de Habitação e Saneamento (Sehabs), abriu processo de licitação para contratação da empresa que irá elaborar o Plano Estadual de Saneamento, previsto na lei 12.037 de 2003. O documento vai atender às zonas urbanas e rurais e possibilitar a criação de mecanismos de gestão pública da infraestrutura dos quatro eixos do saneamento básico: abastecimento de água, esgotamento de efluentes sanitários, manejo de resíduos sólidos e drenagem e manejo de águas pluviais.

Segundo o diretor de saneamento da Sehabs, Guilherme Barbosa, através do plano será definido o Índice de Salubridade  Ambiental - ISA, que permitirá aos gestores estadual e municipal, com base técnica rigorosa, definir onde alocar os investimentos em saneamento. "Vamos encaminhar um processo há dez anos parado e que nos dará o ISA, um grande balizador para investimentos futuros em saneamento no Estado", explicou Barbosa. A abertura das propostas está agendada para o dia 06 de setembro próximo e o Edital pode ser consultado online.


Fonte: SeguroGarantia.net | GAZ

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quarta-feira, 3 de julho de 2013

Especialista diz que parte dos acidentes em obras acontece por falta de planejamento

A falta de critérios para o planejamento de obras no Brasil e nos demais países da América Latina é um fator que contribui para o aumento do registro de acidentes graves, como o que aconteceu no anel viário de Piracicaba, nesta segunda-feira. A afirmação é do professor do curso de engenharia civil da Metrocamp, Flávio Henrique Lintz. Na ocasião, uma viga de sustentação que estava sendo instalada cedeu e matou pelo menos três funcionários, que ficaram prensados pela estrutura metálica no fundo do Rio Piracicaba. Outros dois trabalhadores continuam desaparecidos. Cinco homens se feriram e foram encaminhados para hospitais de Piracicaba. Três deles já tiveram alta médica e outros dois continuam internados, com o quadro de saúde estável.

De acordo com o professor Flávio Henrique Lintz, as obras no Brasil não seguem um planejamento pré-estabelecido, com normas técnicas que poderiam prevenir alguns acidentes. O professor de engenharia civil da Metrocamp afirmou ainda que o planejamento das obras no Brasil é de competência apenas das construtoras. Flávio Henrique Lintz acredita que esse papel poderia ser de responsabilidade de um órgão específico. O corpo de bombeiros de Piracicaba continua trabalhando na busca pelos trabalhadores desaparecidos.

Fonte: CBN

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segunda-feira, 1 de julho de 2013

Nenhum lugar está isento de riscos.


Um artigo recente opinou sobre o fluxo contínuo de desastres naturais em todo os Estados Unidos. "Não há lugar nos Estados Unidos é livre de risco", disse o autor, Tom Jeffrey. Como gerente de controle de perdas para uma grande companhia de seguros, apoio essa afirmação, embora alguns lugares, como o "beco" de tornado, são mais propensas a desastres naturais do que outros.

Uma vez que é impossível impedir a Mãe Natureza de enviar ventos com força de furacão, marés altas e terremotos, os empresários precisam estar preparados para qualquer coisa. A temporada de furacões começou em 1 de junho e está previsto para ser uma temporada extraordinariamente ativa. Aqui estão apenas alguns itens para as empresas a ter em mente antes de a Mãe Natureza vem bater na porta:

Telhado - Você tem um pântano em seu telhado? Ralos entupidos durante uma tempestade pode causar "empoçamento", ou água que pode levar a danos materiais de pé. A maioria dos telhados têm vias de esgotamento adequado, mas eles não podem estar em boas condições. O telhado deve ser inspecionado semanalmente para evitar reparos caros.

Zona Capacete - o seu edifício de escritórios está em fase de construção? As empresas devem conhecer os riscos do local de trabalho, incluindo vulnerabilidades envolvidas na etapa de construção. Quais são as classificações de vento das janelas e portas de vidro para evitar possíveis danos de uma tempestade? Há sacos de areia disponíveis para serem usados ​​para evitar inundações? Há objetos soltos, como ferramentas e madeira amarrado a evitar que se tornem "mísseis" durante uma tempestade?

Vidro quebrado - ventos com força de furacão podem quebrar o vidro e expor interiores a condições climáticas adversas. Lembre-se, quanto mais alto o edifício, maior a exposição ao vento. A maioria dos edifícios só pode suportar ventos de 110 mph. Conheça a resistência ao vento do seu prédio, e certificar-se de todas as janelas estão fechadas e calafetadas.

Quem você vai chamar? Mesmo durante uma tempestade com chuva forte, o fogo pode queimar sem controle em questão de minutos. Muitos edifícios não têm manutenção 24 horas, mas a maioria dos grandes incêndios acontecem no meio da noite, quando ninguém está no local. Manter sistemas de sprinklers e válvulas de retenção de água para garantir que os incêndios podem ser contidos, mesmo quando não está ninguém no prédio.

Under Water - o seu negócio é armazenar eletrônicos ou inventário no porão? Uma forte tempestade pode inundar porões primeiro, destruindo inventário e iniciando curto-circuito em fios elétricos ativos. Limpar porões antes de uma tempestade iminente e desenergizar equipamentos. Os sacos de areia e bombas de água também pode ser utilizada para minimizar os danos.

Victor Sordillo é um vice-presidente e gerente global de serviços técnicos, serviços de controle de perdas, para o Grupo Chubb de companhias de seguros, e um engenheiro profissional registrado e Certified Professional Segurança.


Fonte: Industry Exposure | Risk Conversation

A ValenteRocha pode auxiliar sua empresa no conhecimento, tratamento e transferencia de riscos que está sujeita, desde a idealização do projeto até a etapa de operações. Conheça as soluções de gerenciamento de projetos e gerenciamento de riscos da ValenteRocha Risk Solutions!

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Seguro Essor é fonte da Revista Construção Mercado


Mais uma vez, o seguro decenal desenvolvido para melhorar a qualidade da construção civil brasileira, mereceu reportagem de uma das maiores publicações especializadas do segmento de construção civil, a Revista Construção Mercado. A repórter Aline Mariane questiona se um seguro que chega a ser obrigatório em alguns países europeus, irá “pegar” no Brasil?
 
Segundo o diretor-executivo da Essor, Fábio Pinho, a questão no Brasil é meramente cultural. “Quando o consumidor tomar consciência que ele pode optar por uma obra com ou sem garantia por dez anos, ele mesmo vai começar a exigir o seguro decenal das construtoras. O mesmo ocorrerá com obras de infra-estrutura, construção de portos, aeroportos, shopping, etc, sejam elas públicas ou privadas”, acrescentou o executivo. 
 
A reportagem informa que, em novembro de 2012, um novo tipo de seguro que visa a assegurar todos os prejuízos originados de problemas estruturais de qualquer tipo de obra por dez anos após a entrega chegou ao Brasil. O seguro decenal, obrigatório em países como Alemanha, Bélgica, Espanha e França, chega sem obrigatoriedade, de forma opcional, por meio da Essor Seguros em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).
 
“Isso começou em 2008 e 2009, por meio de uma parceria com a CBIC. Durante algumas reuniões, o Grupo Essor resolveu trazer esse seguro para cá, tendo em vista a maneira assustadora como o mercado da construção cresceu nos últimos dez anos”, conta Pinho.


Fonte: Portal Segs | Planeta Seguro.

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segunda-feira, 3 de junho de 2013

Cresce número de acidentes em obras de Uberlândia (MG)

O número de acidentes de trabalho em Uberlândia cresceu segundo dados do Ministério do Trabalho. Só no ano passado foram 205 casos na construção civil e 60% dos acidentes envolvem pedreiros e serventes. O índice é quase 16 vezes maior do que o registrado em 2009, quando foram geradas 13 ocorrências. E para alertar construtores da cidade, um evento foi promovido nesta semana em Uberlândia.

Segundo o gerente regional do trabalho, Juracy Alves dos Reis, a fiscalização acontece todos os dias, mas poderia ser mais eficiente. Atualmente, a regional conta com apenas dois auditores para vistoriar as obras em Uberlândia e outras 23 cidades da região. Além disso, não há uma previsão de contratação de mais auditores para fiscalização e vistoria das obras.

No final do ano passado, o Ministério do Trabalho solicitou ao Ministério do Planejamento que fossem abertas 629 vagas para o cargo de auditor, no entanto até o momento foram disponibilizadas apenas 100 vagas para um concurso que ainda não tem edital aberto.

Fonte: portal G1 Triângulo Mineiro.

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quinta-feira, 23 de maio de 2013

Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez podem ser processadas em R$ 26 milhões pelo Ministério Público do Trabalho

Após mortes de trabalhadores, órgão pede que construtoras adequam a segurança de seus canteiros de obras.

Em comunicado publicado na última terça-feira (21) o Ministério Público do Trabalho (MPT) informou que moveu duas ações contra as construtoras Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez após mortes de trabalhadores em obras. O valor total das ações é de R$ 26 milhões.

A Andrade Gutierrez foi processada pelo MPT no Amazonas após um trabalhador ter morrido em março nas obras da Arena da Amazônia. A ação requer o pagamento de R$ 20 milhões por dano moral coletivo.

Já o caso da construtora Camargo Corrêa, o MPT de Rondônia pediu a condenação da empresa em R$ 5 milhões por dano moral coletivo e de R$ 1 milhão pela prática de concorrência desleal. A empresa foi processada após a morte de dois trabalhadores em maio de 2011 na obra da Usina Hidrelétrica de Jirau, no rio Madeira, em Porto Velho (RO).

A audiência foi marcada para julho. O MPT também informou que já conseguiu na Justiça antecipação de tutela que obriga a Camargo Corrêa a adequar imediatamente a segurança no canteiro de obras da usina.

A decisão exige, entre outras medidas, o fornecimento e a fiscalização do uso de equipamentos de proteção individual pelos operários; a regularização de andaimes; a sinalização do canteiro; a adoção de mecanismos de proteção para o trabalho em altura e o preenchimento dos vãos entre as travessias instaladas pela edificação.
Fonte: Pini Web | Rodrigo Louzas.

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